sexta-feira, 2 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Hagar, o viking
CLÁSSICOS DOS QUADRINHOS
DIK BROWNE - Hagar, o viking
Hagar, o viking
No início dos anos 70, o cartunista Dik Browne( Richard Arthur Allan Browne) reuniu a família e anunciou que estava indo para o porão de sua casa, de onde não sairia até criar um bom personagem para uma tira de quadrinhos. Em 5 de fevereiro de 1973, o viking Hagar, o Horrível, estreava nos jornais americanos.
A idéia de Hagar surgiu das lendas nórdicas que o cartunista ouvia de sua tia sueca e, para criar o personagem e toda a família viking, Browne inspirou-se em si mesmo, na mulher, nos filhos, no médico, no advogado e por aí afora.
O rosto e corpo de Hagar são inspirados no próprio Dik Browne e até mesmo o nome do simpático viking surgiu de um apelido do autor, dado por seu filho caçula.
“Meus três filhos me acordavam e eu costumava fingir que estava furioso e saía correndo atrás deles. O mais novo sempre fugia aterrorizado, gritando: corram, corram, aí vem Hagar, o terrível”, contava o autor.
Dik Browne faleceu em 1989, mas a tira foi continuada por seu filho Chris, que conseguiu manter praticamente o mesmo estilo e, principalmente, o bom humor do pai. Hagar, atualmente, é publicado em cerca de dois mil jornais nos EUA e outras centenas fora daquele país. Há algumas coletâneas lançadas no Brasil pela LP&M Editora.
Enredo: Gordo, nariz-de-batata e barba extremamente vermelha, Hagar é, na definição de seu autor, um pai de família que tenta ganhar a vida e que por acaso é viking. “Ele é um executivo do ramo de saque e pilhagem”, troçava Dik Browne.
As histórias de Hagar misturam o cotidiano dos lendários guerreiros nórdicos com o dia-a-dia de uma família classe média moderna. Hagar é amante da cerveja, pouco higiênico, adorador de guerras e praticamente invencível em um duelo (só perde para a mulher, Helga).
As confusões, bom humor e estilo das HQs podem ser observadas desde a primeira tira, onde Hagar aparecia, tendo atrás de si uma horda de guerreiros, ouvindo atentamente o morador do castelo prestes a ser invadido explicar que “Não, esse aqui não é o número 35... ESSE castelo fica lá embaixo.”
Personagens
Além de Hagar, completam a tira:
Helga - Dona de casa e mãe dedicada, é uma viking de origem nobre - vem de Oslo, capital da Noruega - e foi inspirada na mulher de Dik Browne, Joan. Inteligente, sensível e sensata, às vezes sofre com o companheiro, mas sempre tem a palavra final.
Hamlet e Hérnia - Hamlet, o filho de Hagar, é sensível, estudioso e sonha em ser dentista. Resumindo: o pior pesadelo de um pai viking. Hérnia, sua namorada (por escolha dela mesmo) é o contrário do garoto: espevitada, turrona, violenta, o sonho de um pai viking...para um menino.
Honi e Lute - Honi é a filha mais velha de Hagar. Ela surgiu na tira já com 16 anos e lamentava o tempo todo não ter um marido “nesta idade avançada”. Independente demais para uma garota viking, Honi constantemente briga com o pai por não poder fazer “coisas de homem”. Dispensou vários pretendentes até que surgiu Lute, um menestrel errante e folgado, meio “bicho-grilo”, com quem Honi vive um daqueles noivados eternos.
Eddie Sortudo - Braço direito de Hagar, Eddie é o azarado da tira. Além de Ter um QI reduzido, é vítima constante de todo tipo possível - e impossível - de infortúnio. Eddie foi inspirado em um amigo nova-iorquino de Dik Browne.
Snert - Inspirado em um cão que Dik teve quando criança, Snert é o companheiro fiel de Hagar e, assim como o dono, é pouco inteligente e muito boêmio. Em inglês, seu latido faz parte do humor da tira, pois, em evidencia sua origem nórdica: em vez de woof (com som de “u”), ele late “voof”
Dr. Zook - Baseado no médico da família Browne, Richard Zucker. É o curandeiro local e o personagem usado para toda a sátira à medicina.
Koyer - Baseado no advogado da família Browne, Theodore Coyer. É o causídico de Hagar e um especialista em ética viking e jurisprudência do saque e da pilhagem. Advogados com palavreado difícil sempre . Quando defendem bárbaros, então...
Fonte: Mundo HQ
Gravidez na adolescência: opção ou falta de opção

Gravidez na adolescência é um grande conflito para os jovens e suas famílias, tenham elas ou não recursos financeiros, mas o que fazer após a descoberta? Gostem ou não, alguns casais são obrigados a uma união precoce e pouco duradoura. As vezes a entrega do filho para adoção é uma saída. Quanto aos abortos por serem ilegais podem se tornar um procedimento de risco.
A gravidez na adolescência vem crescendo gradativamente, apesar de ter propagandas abertas incentivando o uso de preservativos...Os jovens preferem ignorar todo conhecimento adquirido e cair na tentação. Essa situação é bem comun entre jovens, mas a questão é: opção ou falta de opções?
Os jovens, hoje em dia, sem dúvida nenhuma têm diversas opções, há propagandas que incentivam o uso de preservativos, campanhas, os pais orientam, por isso os adolescentes deveriam pensar muito bem antes de ter uma criança, pois podem acabar com sua adolescência e também com sua família!
Aluna: Daiany Evellyn 1 colegial E E.E.Prof. Allyrio de Figueiredo Brasil
Escola combina com celular?

Em muitos lugares do Brasil, há uma lei que proíbe o uso dos celulares em sala de aula. A lei envolve opiniões diversas, há pessoas que concordam e discordam.
Essa lei foi desenvolvida, pois professores estavam se queixando de alunos que ficavam atrapalhando as aulas com a utilização do aparelho.
Os professores alegam que os alunos levam o celular ao ambiente escolar para ficar ouvindo músicas, jogando, assistindo TV, tirando fotos, fazendo ligações, mandando torpedos com respostas de provas para colegas de outras classes, entre outras coisas, por isso, foi desenvolvida essa lei que para professores é ótima, já para os alunos é horrível, mas fica a questão: A lei está sendo obedecida?
Não está, os alunos continuam utilizando esse aparelho tecnológico, é tanto que o Governo de São Paulo mandou um cartaz que dizia o seguinte: "Escola não combina com celular" Qual foi a intenção do Governo? A intenção dele era induzir os alunos a pararem de cometer essa atitude, que estava prejudicando o processo de aprendizagem do aluno. Afinal o celular serve para distrair o aluno,portanto não pode ficar ligado durante as atividades.
Aluna: Daiany Evellyn 1 colegial E E.E.Prof Allyrio de Figueiredo Brasil